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Organizadores da Marcha do Orgulho LGBT de Berlim exigem apoio à candidatura à WorldPride 2032

Marcha do Orgulho LGBT de Berlim, 25 de julho de 2026. Joris / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. Fotografia redimensionada e convertida para WebP.
Marcha do Orgulho LGBT de Berlim, 25 de julho de 2026. Joris / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. Fotografia redimensionada e convertida para WebP.

A 3 de novembro, os membros da Berliner CSD, associação que organiza a Marcha do Orgulho LGBT de Berlim, aprovaram na cidade uma resolução sobre a candidatura à organização da WorldPride 2032. Exigiram que o próximo governo de Berlim se comprometa, no acordo de coligação, a dar apoio político e financeiro à candidatura.

O apelo é dirigido às estruturas berlinenses da Esquerda (Die Linke), dos Verdes e do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD). Os três partidos iniciaram as negociações de coligação a 2 de novembro. A WorldPride não é mencionada no acordo preliminar. Segundo o queer.de, Marcel Voges, membro da direção da CSD, lamentou a omissão e disse esperar agora que a candidatura seja incluída no acordo de coligação.

Em julho, as organizações LGBT berlinenses da Esquerda, dos Verdes, do SPD, dos democratas-cristãos (CDU) e dos liberais do FDP apoiaram a candidatura numa declaração conjunta. Pediram verbas tanto para preparar a candidatura como para realizar o festival, caso Berlim seja escolhida.

A Berliner CSD anunciou em junho a intenção de se candidatar. Se Berlim for escolhida, o festival internacional LGBT WorldPride realizar-se-á pela primeira vez na Alemanha. A cidade anfitriã é escolhida por votação entre os membros da organização internacional InterPride.

A Uránia já noticiou o programa que Banguecoque apresentou na sua candidatura à WorldPride 2030.

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